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Cuidados para evitar os golpes financeiros comuns do empréstimo pessoal

Apesar de serem muito conhecidos, alguns golpes financeiros ainda passam despercebidos por muita gente. Para não cair nesses golpes, clique no link e confira 4 exemplos muito conhecidos no mercado financeiro.
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Cuidados para evitar os golpes financeiros comuns do empréstimo pessoal


Quem já precisou de um dinheiro extra sabe quão importante é saber em “quem” confiar. Não é raro também quem já tenha sido vítima dos golpes financeiros que, apesar de conhecidos, no momento do desespero muitas vezes acabam passando despercebidos.

Buscar informações é apenas uma das medidas para evitar ser prejudicado neste sentido, mas não a única. Aproveite para saber quais são os 4 golpes mais comuns e o que fazer para se prevenir.

4 golpes financeiros mais comuns e como evitá-los

Veja quais são os 4 tipos de golpes financeiros mais comuns:

1 – Cobranças de valores antecipados

Toda solicitação de crédito realizada nas instituições financeiras sempre passa por análise antes da liberação. Os critérios para aprovação ou não vão depender também da modalidade de empréstimo pessoal escolhida. No geral, podem incluir alguns pré-requisitos como: score mínimo, tempo de trabalho ou renda mínima, garantias, dentre outros.

Cada tipo de crédito tem um risco associado e, por isso, uma taxa de juros maior ou menor. No caso do empréstimo consignado, por exemplo, a garantia exigida é a margem para empréstimo e como as parcelas são pagas de forma automática, o juros cobrado é mais barato.

Mesmo tendo essa parte mais “burocrática” é preciso se atentar para a cobrança de taxas ou valores antecipados. Normalmente, essa é uma prática abusiva e de uso de golpistas que emitem falsos boletos ou depósitos/transferências para garantir a análise ou o crédito propriamente dito.

No caso das instituições financeiras idôneas, os custos operacionais estarão inclusos no CET (Custo Efetivo Total) e serão pagos diluídos no valor da prestação mensal.

Sendo assim, desconfie se receber qualquer pedido ou cobrança para pagamento de forma antecipada e procure empresas que sejam de renome no mercado.

2 – Venda casada

Ao receber uma proposta de empréstimo pessoal tentadora e muito diferente do que existe por aí, confirme vantagens e condições. Nenhuma instituição financeira pode obrigar os clientes a contratarem serviços adicionais assim como não podem fazer as chamadas vendas casadas.

É de direito dos consumidores contratar apenas o serviço e o valor necessário ou mínimo dentro da política de crédito dos bancos, sem precisar se endividar mais.

Contratos de fidelidade, taxas de juros e CET, prazos para pagamento e de vencimentos, juros e implicações em caso de inadimplência, tudo deve ser avaliado e constar em contrato ou proposta formal.

O seguro prestamista, por exemplo, é um serviço que na maioria das vezes é opcional, mas vendido indevidamente dentro de um “pacote”. Linhas de investimentos e pacotes de serviços são outras cobranças que trazem vantagens, mas tem seus custos e que podem ser contratados individualmente, somente quando o consumidor desejar.

3 – Clonagem de cartões

Os cartões de crédito, débito ou pré-pagos físicos ou digitais precisam ficar sempre em lugares seguros. Isso porque com as informações sobre o nome do titular, número do cartão, mês/ano de vencimento e o código de segurança ou token específico, qualquer pessoa pode autorizar uma operação.

Embora esses golpes financeiros ocorram com maior frequência no ambiente virtual, não se restringem apenas a internet ou meios digitais. Ao fazer uso do cartão, dê preferência por inserir as informações e sempre confira o valor cobrado ou debitado.

Em compras online, verifique se o site é seguro e se os dados estarão protegidos. Uma dica adicional aqui é nunca deixar o cartão salvo. Mesmo que dê mais trabalho inserir todas as vezes os dados, isso pode evitar que suas informações fiquem expostas em caso de invasão de contas de e-mails ou contas em sites de compras.

A clonagem de cartões também é um dos motivos que pode levar a grande prejuízo financeiro. Identificou alguma compra não efetuada em sua fatura ou via notificação do aplicativo? Comunique imediatamente a instituição financeira e em caso de dúvida, peça o bloqueio do cartão até a averiguação.

Se necessário for, é possível também abrir um boletim de ocorrência contra crimes financeiros ou cibernéticos.

4 – Pedidos de senhas

Hoje em dia, com a facilidade de tantos aplicativos e serviços bancários e financeiros mais modernos as integrações entre diferentes sistemas, empresas e plataformas é uma forte tendência.

No entanto, apesar de todas as vantagens da ampla conectividade, é sempre muito importante conferir que tipo de acesso é solicitado para a integração dos serviços.

As contas bancárias ou digitais, por exemplo, podem ter mais de uma senha de segurança, sendo cada uma para uma finalidade diferente.

Enquanto algumas são de autorização de transações, existem outras que são apenas para consulta ou leitura e em nada afetam as contas ou saldos financeiros. Em outras palavras isso quer dizer, portanto, que ninguém pode fazer o uso indevido ou se passar por você.

Então, sempre que receber qualquer pedido de senha financeira, primeiro confirme se não há outro meio alternativo de disponibilizar as mesmas informações ou ainda qual o tipo de senha solicitada. Não esqueça, até bem antes disso, de ler os termos de uso e política de privacidade ou ainda os contratos das empresas. E, mais uma vez, dê preferência para empresas que já são conhecidas no mercado.

Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.



Fonte: Blog Organizze

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