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Educação financeira para crianças: Como abordar esse assunto?

Pensando na lógica da educação financeira para crianças, não é necessário um aprofundamento maior em relação a formas de se ganhar dinheiro
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Educação financeira para crianças: Como abordar esse assunto?


Educar as crianças a respeito do dinheiro é algo que envolve três valores essenciais: paciência, definição de prioridades e propósitos.

Isso, aliás, é algo que deve fazer parte da rotina de qualquer pessoa, não apenas das mais novas, mas são justamente estas que tendem a ter melhores resultados com esse aprendizado. 

As crianças têm mais tempo a seu favor, o que permite usarem melhor os juros compostos aumentando as chances de retorno. 

Como falar de dinheiro com crianças 

Primeiro, é preciso que as crianças aprendam o que é o dinheiro. Entendendo que ele nada mais é do que um mecanismo de troca, fica mais fácil ensinar que existem formas de obtê-lo.

Essa é uma noção básica que ajuda a gerar uma compreensão de que para ter o que quer a pessoa precisa oferecer algo. 

Uma maneira de simplificar esse aprendizado é trabalhando com o conhecido “cofrinho”. A ideia é que o acúmulo não se dê apenas para que a criança junte dinheiro, mas sim para que tenha como alcançar um objetivo. 

Por exemplo, para ter o brinquedo que deseja, a criança precisa aprender a ter disciplina e paciência, o que será importante no futuro, quando estiver investindo em uma estratégia de longo prazo. 

Como associar dinheiro a trabalho 

Nessa lógica, a criança tende a começar a compreender a dinâmica de algo que é fundamental na sociedade em que vivemos: o trabalho, afinal, é por meio dele que é possível alcançar os objetivos. 

Os pais podem ajudar, atrelando o trabalho a valores como o propósito. Crianças que crescem acreditando que o trabalho é somente uma maneira de ganhar dinheiro podem se tornar adultos frustrados por fazerem aquilo que não gostam, entretanto, se aprenderem desde cedo que o trabalho pode ser a venda do seu tempo para a resolução de determinada dor de outra pessoa, então elas podem crescer sabendo que é possível ganhar dinheiro exercendo atividades com as quais se identificam. 

A função dos pais no educação financeira infantil 

Cabe aos pais dar a devida orientação a respeito do que as crianças encontrarão pela frente, visando simplificar sua trajetória nos próximos anos.

Pensando na lógica da educação financeira para crianças, não é necessário um aprofundamento maior em relação a formas de se ganhar dinheiro, principalmente em uma fase ainda muito nova da vida dos pequenos. 

Entretanto, o ideal é que os pais atuem de maneira racional, mostrando o que dinheiro realmente é e de que formas ele pode ser conquistado, sem criar na mente da criança uma ideia ilusória, seja de que é necessário fazer qualquer coisa para ter muito dinheiro, seja de que o sucesso financeiro é algo inalcançável. 

O caminho começa com o diálogo e o entendimento, por parte dos próprios pais, a respeito de como o sistema financeiro funciona e que o tempo é aliado de quem se organiza no longo prazo. 

A hora de certa de começar a falar sobre o assunto 

Assim que as crianças começarem a dar sinais de que já podem assimilar esse tipo informação, os pais podem introduzir conceitos como o de investimentos como a poupança.

A partir dos 3 anos, as atividades lúdicas podem ser inseridas na rotina infantil. Jogos que sutilmente abordem o tema da poupança e da dinâmica por trás do dinheiro, são recomendados.

Já a partir dos 10 anos, as crianças podem ter contas específicas com cartão de débito nos bancos. 

Vale a pena conferir as diferentes soluções que as instituições financeiras oferecem para quem tem menos de 18 anos.

O mercado já se prepara para a nova geração de investidores por vir. Há corretoras, como a Genial Investimentos, que zerou as taxas de corretagem e de custódia para menores de 18 anos. 

Essa é uma oportunidade que torna ainda mais vantajoso o ingresso do investidor jovem nesse mercado.

Pagando menos tributos, a rentabilidade dos ativos tende a ser maior, o que faz com que os resultados sejam mais interessantes.



Fonte: Jornal Contábil

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